domingo, 6 de setembro de 2009

Tábua das Marés

Fonte Google: A Tábua de Esmeralda - Hermes o Trimegisto

Tábua das Marés
Água salgada de flutuações solitárias
São lágrimas desferidas sobre humanos
Anunciando juras passadas
Antes...
Sinais em tábuas flutuantes

No desenho precioso - preenchendo espaços
Na mão deixando de Ser vazia
Agradável alado além do sonho

O verso esgota
Silenciosa escrita no turbilhão de ondas
A maré sobe dentre rochedos vagos
Transbordando profusas canções
De um ancestral Blues no compasso Lunar
Inscrição da Tábua das Marés...

Everaldo Ygor - Agosto e Setembro de 2009.

6 comentários:

Vini e Carol disse...

Acho ótimo incluir elementos da natureza que nos traga pureza e paz ao ler um poema...

Beijos, Carol.

CAMILA de Araujo disse...

Seu poema me trouxe uma especie de tranquilidade.

www.teoria-do-playmobil.blogspot.com

Anônimo disse...

Antendo...

blog disse...

E o retorno ao texto simbolista.
O místico, o lunar, o impreciso.

Sempre adiante, amigo Everaldo. Não tem medo de se repetir, de voltar a si mesmo, como obrigatório retorno?

Grijó

Anônimo disse...

é a primeira vez que vejo poesia com a Tabua esmeralda de HT. =)
Ficou belo, e com verdades como contornos =)
abs

Pobre esponja disse...

Simbolismo puro; difícil para eu explicar, mas não para entender.

abç
Pobre Esponja