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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Ondas Temporais

Ondas Temporais
Habitam palavras
evocam invenções do amor
de Revoluções do agora
urgência em renascimento
armados para amar, ouvir temporais

Sentimentos dos dias esfriam
Consome interiores mundanos
Descartáveis sem humidade
Revolução de lágrimas & vozes

O mundo conserva os conservadores
Enxergo sob e sobre a névoa
A Utopia
Eu acredito
E tu acreditas - meu Amor?


sábado, 16 de maio de 2015

MovimentAmor



...Que as estrelas exaltadas em cânticos primordiais

Sejam Linhas Libertas – Abertas

Curvas suaves ao Luar

Que o Outro possa enxergar Outros distantes

Corações Próximos ao redor

Outras Andanças fluindo em Estradas resvalam sobre gôndolas longínquas

Pessoas, Abraços – Gente próxima demais...

Em Beijo – Nos Abraços - Olhar

Desvendam-se os segredos

De tudo o mais

Que o Amor se mova então...


sábado, 9 de maio de 2015

Outono(s)





Outono(s)

...Caminhar
Em dias claros
De outono
E quase inverno
É quase bom...

Mesas para escrever, para comer

Saias cobrem joelhos

Bebidas alegram bêbados


Um som inaudível nas manhãs Outonais

Arrulhos...

Alguns odeiam os dias,

Eu Amo baixinho

Caminho – cozinho - cominho

Beijo, sexo matinal – alimento alvejante

Mais abraços, mais beijos alvissareiros

É tarde - demais,


Escondido do inverno que vem depois

No retorno, já é noite - Repouso cedo

Nas ondas primarias da noite,

Noturnas...Outonais
 
Maio - 2015.


sábado, 2 de fevereiro de 2013

Fevereiro

2013...

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Ponto Final

Fonte: Google

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Ponto Final

O início incapaz

Do reencontro

Com o Final das Letras

Da frase – da crase

Dos tempos



Substância Quântica

Dissolve

Em Queda d’ Água

Com vazios expressos

O espaço distrai



Movimento corporal - pontua a espécie

Insurge no ponto

Volátil

Começo

De Pontos & Fins

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terça-feira, 15 de junho de 2010

Inquietude

Fonte: Google

A inquietude é assinatura das linhas, pulso de vida, pulso das letras todas. Move-se por campos interiores, definitivamente fora do cotidiano, lentamente, mergulha em regiões frias, desoladas de ordem. E o olhar é companheiro, alma sobrevivente em tamanha caminhada, circular e infinita em seu fim.
Tem ecos nas vísceras, no coração, mas também tem raízes de uma árvore gigante, invertida em sua origem. A solidão forja novas velhas criações, fotos e poesias vazias em sua plenitude, feridas no centro nervoso, individuais em sua arte, em seu momento sutil e breve – efêmero arrepio irrigado pelo frio intenso.
O mundo vai consumindo seu tóxico predileto, vai socializando a fumaça, a radiação e todo o tipo de lixo que não se pode reciclar, mas os resquícios da escrita, da ilusão adjetiva ainda estão lá. Em uma guerra de vários fronts, guerra sem vencedor, sem noção, sem o sem...
Céticos inquietos, povoam os espaços, e até as flexões diversas, semeiam a discórdia do eu em um envelhecimento sem sentido, cruel, senil de crescimento e jovem em sua plena solidão. Carentes do verbo e do vento, depurando a inércia dos confins de ti mesmo... Corroendo os mesmos caminhos antes percorridos - a vitalidade míngua, a vaidade reina, e a verdade anacrônica em sua essência pátria deixa para trás a velha inquietude dos dias.

sábado, 7 de março de 2009

(Tibouchina Granulosa)

Foto: Serra da Canastra
*
As letras são fagueiras
Navegam intrusas em folhas e telas
No mistério do não escrito
E as flores, as cores, os sós
São repletos de “Eu” - migratórios...
Ao contemplar Serras & Cercanias,
Em outrora época do ano
Algumas árvores ficam repletas de flores:
As Quaresmeiras,
As flores aparecem apenas durante a quaresma

São lindas cercanias
Ainda - algumas não nascem
Inspiradas no irreal mistério do não florir.

*
Everaldo Ygor - Março 2009.