domingo, 19 de setembro de 2010

Peso Bruto

Foto: Google

Existe um peso bruto

O da existência crua

Desvalida, válida e nua

- Nos meus olhos.

Breves, fixos, penetrantes e calados

Um cronômetro atemporal da bomba extenuada

Grita aos meus Poemas

Findáveis ao tempo

Exilado nos Dias, vivo.

Em linhas próprias de penumbra

Impróprios

devaneios - instantâneos

Dias de sentença

Fria, perfura
Lacuna Profunda
Densa
Na presença dela...

Poesia.

Setembro 2010.

7 comentários:

Anônimo disse...

Sons do exílio.

Sílc disse...

E.Ygor, linda imagem e Poema.Obrigada pelo aprendizado. Mas hoje estou em silêncio. Faltam-me as palavras. Acho que é por conta da exaustão! fica aqui um convite:
Nova Postagem na minha Casa.
Espero sua visita, e um retalho se desejar.
com amor e carinho,
Sílvia
http://www.silviacostardi.com/

Vaah Moraes disse...

muito lindo o poema

Sílc disse...

E.Ygor, hoje mais calma leio Peso Bruto. Por conta dos últimos dias me passa a idéia de que é bom nos exilarmos quando um 'branco' toma conta de nós até outras cores interagirem e lacunas sejam preenchadas. Se desejar vá até a Casa da linda Nydia Bonetti -"Longitudes"
ttp://nydiabonetti.blogspot.com/
e leia PONTOS. Tem muito de vocês num mesmo momennto.
Bjs. com amor e carinho,
Sílvia

Nelson L. Rodrigues disse...

Muito bem feito seu poema cara, parabéns, já pensou em publicá-las?

boa sorte!

Anônimo disse...

a poesia é sempre um peso leve quando se torna asa. às vezes, pesa como chumbo, quando é dor.. gostei do seu poema, gostei das metáforas e dos simbolismos.. fazia tempo que eu não vinha por aqui. Mas sempre é tempo..
abraços e parabéns..

TOUCHÉ
http://poetasdeguarulhoseoutrosversos.zip.net

BLOG DO PROFEX disse...

Everaldo, a poesia é fênix e soberanamente ressurge, haja o que houver, seja o que for...
Um grande abraço!