segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Renascimento



O Encanto

O Assombro

A Poesia

A Música

É preciso ocupar o Espectro, os Espaços, as Ruas, as Praças...
Sair de casulos moldados pelo sistema, pelo consumo, pelo capital...
Desintegrar egos, desintegrar propriedades intelectuais...
Entorpecer na Senda da revolução.
Renascer no PoliAmor.

Enfim, fazer Poesia!

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Linhas

Linhas de Resistência 
Linhas de Fuga 

São linhas intensas
Interiores,

externas aos Dias...

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Cidade

A Cidade anda muito violenta

Ando depressa

Procurando o som da Viola

Buscando Cervejas Artesanais

Campeando novos/velhos Poemas

Reencontrando a Cidade

Nas Intervenções Poéticas


Encontrando Você!

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Lapso

Não importa
Se a Poesia é velha ou nova
Pouco importa se sou Mar ou Oceano
Gosto do Sol e das Tormentas também
Desconjuntas do lapso das Letras
Das Horas

Fins 

terça-feira, 25 de agosto de 2015

A Chuva

A chuva na madrugada cai diferente
Resvala dentro da alma
Lá onde não existe centro
É Som nostálgico de 70, 80 secular até.

Chuva desliza fria, fria...
Talvez qualquer assovio traga aquecimento
Aos ritmos internos da chuva - do pensamento
momento de recomeço?
do remanso de chuva breve
no compasso lento do coração
Vai inquerindo - se é?

Procuro a ilha do porto seguro
Ousada como deve Ser
recorro em vão ao poema antigo
A Chuva persiste – sai da solidão?
É preciso aquecer as noites frias
Inúmeros temporais

A chuva vai...

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Ondas Temporais

Ondas Temporais
Habitam palavras
evocam invenções do amor
de Revoluções do agora
urgência em renascimento
armados para amar, ouvir temporais

Sentimentos dos dias esfriam
Consome interiores mundanos
Descartáveis sem humidade
Revolução de lágrimas & vozes

O mundo conserva os conservadores
Enxergo sob e sobre a névoa
A Utopia
Eu acredito
E tu acreditas - meu Amor?


terça-feira, 11 de agosto de 2015

Terra Firme


Enfim, caminhar na Terra, não é fácil. O caminho não é firme, nem nós.
Sentir o Vento tornou-se difícil também
Mas, o coração cansado continua batendo...
Fora do compasso de dias melhores
Prefiro circular o meu Jardim Interno
Contemplo as flores
E o que resta da Paz em mim,
Alcanço cores quentes
Do meu Eu - voar
Fundeado em seus braços.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

A Montanha


Montanha

Tem água

Tem verde,

Tem Ser

Falta Ar, tem frio

Que Montanha

Pode ter

Paisagem Pensamento,

Pensamento e montanha.

domingo, 9 de agosto de 2015

Mandalas Corporais





Existem Mandalas Corporais
Que possuem o Grão do Coração
Partículas Infinitas
Que trovam antigas canções
Ao ritmo da Alma
Nas Andanças
Ao Som da Geração

quarta-feira, 29 de julho de 2015

A Face do Sol


Uma colorida
Face branca
Está refletindo cores
Passam na margem
Do meu jardim
Embalado nesse pensamento
Beijo suas flores ao despertar
Orbitando as manhãs claras
Centrais de Sol

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Resiliência Alcoólica


Esparramei no meio fio

Um dia desses

Sete e treze da manhã, fazia frio...

A nevoa ainda teimava em pairar na Periferia

Da minha mochila – de alta tecnologia

Tirei um vidro de Cachaça

 

Dei um trago, vontade de vomitar

Dei outro trago, mal estar generalizado

Outro, pensei que ia morrer

 

Depois, absorto estou

Atordoado, esparramado sorria ao ver o Sol

Penetrando nuvens baixas, o dia nasceu azul – Enfim Belo!

Entorpecida manhã.

 

Levantei e cambaleei – No ponto tudo ficou belo.

Ali fiquei até as Dez da manhã, contemplando, apreciando...

 

Na Padoca da esquina recomecei

Quando recobrei a consciência

Já no PA Vermelhinho

O gosto amargo doce da glicose na boca - o barulho ensurdecedor
do mecanismo gotejante do soro em meu braço transpassado de lado a lado.

Na maca - no corredor, sem documentos, com a cabeça rachada.

Não me lembro mais quem sou – Amnésia Eterna dos Dias.

Só lembro da saudade

Que sinto de você

Minha... Amiga!

Cachaça Amada.

sábado, 11 de julho de 2015

Outras visões


Outras visões

Silêncio & Trovão

Revelação de noite corpórea

Insinua respostas

Motivos de solidão

Temida resposta - Real

esperança vida

que não mais veria. Verá.

Abrumava e chovia lá fora

Amanheci e observei sua afeição

Ilumina!

Novos segundos

Reação - Realização,

Sou Flor de Bruma Clara.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

O que é?


O que é?

Existem diversas dimensões

Vários mundos opostos

A Rua - a Lua

São Mundos?

Mudos

 
E o Amor da colisão dos Seres

Dos Mundos

Sem rumo

 
O Dia é - Eu e Você

A Noite - dimensiona espaços, Poemas - cores

Só Lua, Mundo, Paixão...

Por abraços profundos - Sol Invernal.

 

Ilumina a resposta do que é o Amor

Vem!

Que te digo o que é...

terça-feira, 2 de junho de 2015

Sonâmbulos sonoros


Sonâmbulos sonoros
Nas noites de monólogos
Vivemos narrativas contra o tempo
É o tempo sonoro
Não é real
Movido por diásporas mentais
Mudo - com ouvidos livres
Liberdades invernais
Levanta-se na noite
Para grafites
Nas esquinas mentais
São infantarias do Amor sonoro
Ocupando espaços nas mentes, nos muros - na Vida.

 

sábado, 23 de maio de 2015

Sonhos...

Os sonhos
Voltam
Voltaram
Vividos além - até
Toda a lucidez se foi
Mas, o sonho ficou
Longe dos destinos dias
 
Depuseram pousos em palavras novas
Contrárias ao que acostumamos ouvir
Emoções Carinhosas
Ser ou Viver?
Resposta
- luminosa sem calma, sem ternura

Distendem gestos da escrita
Nos lábios que ainda teimam em beijar
Almas famígeras
Procuram Ser
Uma só alma.


quinta-feira, 21 de maio de 2015

Vento Poético


Um poema nasce assim

Da Terra

Brota do ar, dos ventos

As vezes assopra um estrofe

Nem sempre é calmaria

Vivo habita outros planos

Desloca-se

 

Dizem que é Amor

Dizem que é Poesia

Viva é conheça sua missão

Além dos montes,

o socorro vem das linhas - vem de dentro

Vem do Outro

Vem dos Ventos!

sábado, 16 de maio de 2015

MovimentAmor



...Que as estrelas exaltadas em cânticos primordiais

Sejam Linhas Libertas – Abertas

Curvas suaves ao Luar

Que o Outro possa enxergar Outros distantes

Corações Próximos ao redor

Outras Andanças fluindo em Estradas resvalam sobre gôndolas longínquas

Pessoas, Abraços – Gente próxima demais...

Em Beijo – Nos Abraços - Olhar

Desvendam-se os segredos

De tudo o mais

Que o Amor se mova então...


sexta-feira, 15 de maio de 2015

The Leprechaun...


quarta-feira, 13 de maio de 2015

Não é Haikai


Caos

Capital

Caligrama

Circular regresso


Amor e Solidão gritam dentro e fora de cada um...

Nas manhãs claras e noites

Na ausência da Lua cheia

Nem escuridão - nem Luz.

Quem nasce Poeta nasce só, nasce envolto das letras

Escreve só - Escrita antiga pautada por dor profunda,

Ditados rasos e ditadas por estar só diante tanta opressão

Solidões causadas, causas e efeitos

Distantes de tanto sentir - sair

Circulares cantos – rodas cinzentas

Mandalas - amistosas giram ao redor - ilusão

Algumas linhas sangram, nos espaços desprotegidos

Desencontro da paz é silêncio confuso

Tranquila ilusão de 47 estações...

O ar sopra árido na face, branqueamento

Meus abraços apertados, perdem força

Nem singular – nem plural

O capital avança e torna tudo individual, distante

Poucos corpos ainda adentram a alma

Único sem fim véu escuro

Lembram viagens imaginárias,

Saudades dos contos, das crônicas – dos poemas

Da brisa suave sobra o vácuo sereno – Deixei de Ser

Meus cantos e os dos outros não exalam tanta luz

O ar rarefeito não é coletivo, dessabor de gostos antigos

É instante passageiro, Eterno Transborda invernos

No intercâmbio das almas, de buscas desmedidas
Ausente dos Outros.
2014/2015

 




terça-feira, 12 de maio de 2015

Escritas Invernais


Escritas Invernais

 

Senta-se ao caminhar,

Sob e sobre Linhas de Lápis

Marcam o vivido e cansado olhar.

 

Meu sapato furado

Nem viu o tempo passar

 

Procuro um tear

Capaz de fazer linhas de felicidade

Linhas poéticas

Nos reencontros de novelos

Novelas

Escrevo comovido

No inverno, antes até.

Sem Sono – dias insones

Procurando sentidos

Procurando linhas

Esquadrinhando vazios...